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Constantino critica Renan Calheiros e ‘tropa de choque petista’: ‘Já sabem quem é o culpado e querem criar narrativa’

A CPI da Covid-19 convocou o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, e os ex-titulares da pasta, Luiz Henrique Mandetta, Nelson Teich e Eduardo Pazzuelo. Os senadores também decidiram chamar o presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antônio Barra Torres. Mandetta e Teich devem comparecer na próxima terça-feira, 4, a partir das 10h. Pazzuelo comparecerá na quarta-feira, 5, enquanto que Barra Torres e Queiroga deverão comparecer na quinta-feira, 6. A CPI irá requerer ao Ministério da Saúde os processos administrativos relativos à aquisição de vacinas e insumos contra o coronavírus. Segundo o senador Omar Aziz (PSD-AM), os trabalhos da CPI devem indicar soluções para o combate à Covid-19. O senador Renan Calheiros (MDB-AL), relator da CPI, se irritou com a tentativa de governistas de tentar adiar os trabalhos do grupo. A CPI também traz detalhes sobre as viagens do presidente durante o período da pandemia.

Durante sua participação no programa 3 em 1, da Jovem Pan, desta quinta-feira, 29, o comentarista Rodrigo Constantino disse que estão utilizando as 400 mil mortes para “fazer politicagem” e criticou os envolvidos na CPI da Covid-19, dizendo que querem criar uma narrativa e culpar o presidente Jair Bolsonaro. “Em relação à marca triste de 400 mil mortes: estão usando isso desde o início da CPI para sambar em cima de cadáveres e para fazer politicagem. O prêmio da manchete mais canalha vai para Folha de S. Paulo, que publicou: ‘Com presidente negacionista e pouca vacina, Covid mata 400 mil no país’, que é o mesmo tipo de narrativa desses envolvidos na CPI, Renan Calheiros e a tropa de choque petista. Já sabem quem é o culpado e querem criar uma narrativa. Vai na mesma linha do que o Marcelo Freixo, do PSOL, escreveu hoje, todos eles culpando o presidente”, disse Constantino, que, em seguida, disse que a CPI não é necessária para encontrar o culpado pelas mortes. “Suspende a CPI, vamos parar de gastar dinheiro com isso, e a gente já tem a resposta: chama-se vírus chinês, o mesmo responsável pelas mortes no Uruguai, na Argentina, no Canadá, nos Estados Unidos, na Europa, na Índia e por ai vai. Tudo isso é pura politicagem”, continuou.

Por fim, Constantino lembrou que o Senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) rebateu o requerimento que solicitava que ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) fossem convocados a depor na CPI. “O Randolfe Rodrigues, que, vamos lembrar, queria a CPI restrita ao governo federal, ele logo rebateu, logo na largada, o requerimento para convocar eventualmente ministros do Supremo. Ele disse que isso não cabe que não tem nada a ver”, explicou Constantino, que defendeu que os magistrados devem ser ouvidos na investigação. “Se o objeto da CPI é avaliar a Covid, a crise da pandemia, as medidas tomadas e as mortes que eventualmente ocorreram, como é que não é importante escutar o Supremo que foi quem mais concentrou poderes nessa história, que delegou poderes aos Estados e municípios e tirou do governo federal, que decretou um monte de coisa em nome da ciência e da vida em vez da Constituição, que é seu papel. Como é que não vai chamar ministro do Supremo para explicar para gente o resultado, o critério técnico e científico usado nessas decisões. É óbvio que tem que chamar ministros do Supremo, como queria o senador Girão, que vem tentando trazer alguma seriedade para esse circo”, afirmou.

Confira a íntegra da edição do programa 3 em 1 desta quinta-feira, 29:

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