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Manchester City anuncia processo para deixar a Superliga Europeia

O Manchester City comunicou na tarde desta terça-feira, 20, que começou o processo para se retirar do grupo de 12 clubes fundadores da Superliga Europeia. Em nota divulgada nas redes sociais, o clube inglês não deu muitos detalhes, mas confirmou a informação que circulava na imprensa britânica mais cedo. “O Manchester City Football Club pode confirmar que promulgou formalmente os procedimentos para se retirar do grupo, desenvolvendo planos para uma Superliga Europeia”. Imediatamente após o anúncio, o presidente da Uefa, Aleksander Ceferin, comemorou a decisão. “Estou muito feliz por receber o City de volta à família do futebol europeu. Eles demonstraram grande inteligência ao ouvir as muitas vozes – principalmente de seus torcedores – que revelaram os benefícios vitais que o sistema atual tem para todo o futebol europeu. Desde a vitória mundial na final da Champions até a primeira sessão de treinos de um jovem jogador em um clube de base”, disse.

No começo da tarde desta terça-feira, diversos veículos da imprensa inglesa, como as redes “BBC” e “Sky Sports”, o jornal “The Times” e o site “The Athletic” noticiaram que o Manchester City e o Chelsea pretendiam deixar a organização do campeonato que fará oposição à Liga dos Campeões da Europa. De acordo com a mídia, local o conjunto de Londres também está iniciando a documentação necessária para se retirar do grupo, então formado por Arsenal, Chelsea, Liverpool, Manchester City, Manchester United e Tottenham (Inglaterra); Inter de Milão, Juventus e Milan (Itália); Atlético de Madrid, Barcelona e Real Madrid (Espanha). Desde o último domingo, 18, quando a competição foi anunciada pelos doze clubes, a maior parte da comunidade do futebol passou a criticar o formato do torneio, que visa ter 15 times fixos e mais cinco do Continente. Além da Uefa, Fifa e as outras federações se posicionarem contrários ao movimento, alguns jogadores e treinadores dos próprios times envolvidos não aprovaram a ideia. Hoje, por exemplo, Josep Guardiola e Jurgen Klopp, técnicos do City e do Liverpool, respectivamente, condenaram a decisão. Além disso, centenas de torcedores do Chelsea se mobilizaram para protestar contra a competição.

 

 

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