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Queda na cobertura vacinal no Brasil aumenta risco de novos surtos de doenças

A professora de educação física Greice Kelly Miranda tem uma filha de 1 ano e 10 meses. Graças ao Sistema Único de Saúde (SUS), ela diz que a vacinação da menina está em dia. “E a vacina é também um motivo de qualidade de vida e evitar doenças que possam trazer inclusive a morte. Temos uma rede de saúde muito boa, que é o SUS, o Sistema Único de Saúde, que oferece essas vacinas e evitam essas doenças”, pontua Greice Kelly, que não vê a hora de tomar a vacina contra a Covid-19. “Só estou aguardando mesmo, chegou já estou lá disposta para tomar a vacina. Encarar Sol, chuva, o que for”, completa. Nesta quarta-feira, 9 de junho, é celebrado o Dia da Imunização. O principal objetivo da data é conscientizar a população sobre a importância dos imunizantes. Com a pandemia, a cobertura vacinal no Brasil, que já vinha em queda nos últimos anos, despencou ainda mais em 2020, aumentando o risco de novos surtos de doenças preveníveis. O líder médico da Infectologia do HCor, Guilherme Furtado, acredita que a baixa adesão à vacinação, em alguns casos, se deve a falta de informação por parte da população.

“A orientação é o mais importante. Os médicos, os profissionais de saúde orientar os pacientes. A gente tem trabalhado muito a nível de consultórios, hospitais, em termos de orientar famílias, orientar toda a questão vacinal”, relata. Ao todo, 48,9 milhões receberam ao menos uma dose de imunizantes contra a Covid-19 e cerca de 23 milhões já completaram o ciclo de duas doses. O infectologista Guilherme Furtado lembra que a imunização contra o coronavírus só estará completa cerca de 15 dias após a segunda dose. O Brasil se mantém em 66º no ranking global de aplicação da vacina contra a doença e entre os países que compõem o G20, grupo das 20 maiores economias do mundo, o país continua em 10º lugar.

*Com informações da repórter Caterina Achutti

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