Início Brasil Vampeta e Nilson Cesar criticam manifesto de jogadores da seleção: ‘Hipocrisia’ 

Vampeta e Nilson Cesar criticam manifesto de jogadores da seleção: ‘Hipocrisia’ 

Os jogadores da seleção brasileira resolveram divulgar uma carta na noite da última terça-feira, 8, após a vitória diante do Paraguai, pelas Eliminatórias Sul-Americanas da Copa do Mundo de 2022. Nela, o elenco critica a realização da Copa América no Brasil, que substituiu a Argentina de “última hora”, mas afirma que irá disputar a competição por ter “uma missão a ser cumprida com a histórica camisa verde e amarela pentacampeã do mundo”. Em participação no programa Canelada, do Grupo Jovem Pan, o locutor Nilson Cesar criticou a postura dos atletas da Canarinho, classificando o manifestou como uma “hipocrisia”.

“Eu fui e sou favorável ao retorno de todas as competições porque vejo o futebol como o ambiente mais seguro. Não é segura a plataforma no metrô, os ônibus lotados, o Brás do jeito que está, Campos do Jordão… Aliás, em um momento como este, o futebol é a válvula de escape para muita gente. Agora, eu quero dizer o seguinte, esses jogadores tiveram um ato de hipocrisia. Hipocrisia gigantesca! Porque em um momento de pandemia muito grave em vários países europeus, como Espanha, Itália e Inglaterra, o futebol voltou. E por quê eles não se manifestaram lá? Eles pipocaram!”, bradou o narrador.

O comentarista Vampeta seguiu a mesma linha e viu certa incoerência dos atletas da seleção que atuam na Europa. “A final da Liga dos Campeões da Europa entre Chelsea e Manchester City teve público e ninguém falou nada. Esses jogadores, se a Copa América fosse cancelada, estariam todos dentro de casa, entediados e apenas treinando. Isso é uma loucura! Os jogos da penúltima Champions foram decididos em um jogo só, tudo em Portugal. E ninguém falou nada! Eu acho que os jogadores nem tão ligando para isso. Se a Argentina não tivesse recuado a Copa América, ninguém falaria nada. Foi o campeonato vir aqui que começaram a falar”, comentou o ex-jogador. A Copa América estava marcada para acontecer na Colômbia e na Argentina. O primeiro país se recusou a receber o evento devido às manifestações políticas da população, enquanto o governo argentino considerou que não era possível sediá-lo devido ao aumento de casos de Covid-19. 

Assista ao debate abaixo:

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